Bruno Gagliasso promove caça às bruxas no Twitter e acaba sofrendo revés de internautas!

Casal de atores promove perseguição à youtuber famoso e acabam sendo vítimas do próprio veneno.

Segundo o site Quem, o casal de atores da GloboBruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, após a polêmica (mais uma) em torno de tweets com piadas acusadas de racismo que foram feitas por Julio Cocielo pelo seu Twitter pessoal, eles iniciaram uma campanha pedindo boicote de patrocinadores ao rapaz.

Mas o castigo veio a cavalo, literalmente a galope: após o casal de patrulheiros sociais mobilizar um boicote massivo ao youtuber & digital influencer por conta de seus tweets considerados racistas (vide abaixo na galeria), Bruno Gagliasso acabou sendo alvo também de uma manifestação de internautas, por conta de algumas mensagens antigas e preconceituosas encontradas em seu perfil no Twitter, em buscas realizadas principalmente por grupos de internautas ativistas pertencentes à movimentos de direita. Essa foi praticamente uma retaliação de cunho ideológico contra a hipocrisia assumida (lacração) do casal, motivada sob a argumentação de serem ativistas anti-racistas, devido a serem pais adotivos de uma menina afro-descendente.

Bruno Gagliasso, nesse caso, acabou sendo vítima da própria esparrela, ou seja, recebeu na mesma medida uma bela patrulha ideológica. Logo, não apenas um, mas vários comentários reproduzidos pelo ator em sua conta no Twitter (tanto machistas quanto homofóbicos) foram desenterrados, colocando a narrativa do casal em contradição, sendo imediatamente pautadas pelos internautas enfurecidos pelo patrulhamento perpetrado de maneira hipócrita.

Bruno teve vários de seus tweets vasculhados e foram encontrados posts do ano de 2009 em que ele debochava de homossexuais, de mulheres feias e endossando piadas de cunho sexual. Muito “politicamente correto” da parte dele não? Confiram abaixo as postagens encontradas e as suas imediatas respostas dadas pelos internautas indignados com tamanha hipocrisia do casal:

Mensagens Homofóbicas e Retaliações

Mensagem contra Lésbicas e Retaliações

Mensagens contra Mulheres Feias e Retaliações

É… Já não se fazem mais lacradores como antigamente. A memória dessa gente hipócrita é muito curta. E os nossos leitores e seguidores agradecem pelas boas risadas proporcionadas em cima da vergonha alheia desses patrulhadores distraídos!

A repercussão negativa

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank estão vivendo os seus infernos astrais pessoais. Depois de tentarem lacrar em cima do youtuber Júlio Cocielo, o casal de atores experimentou uma reviravolta, com doses letais do próprio veneno.

Primeiro, tiveram que encarar pela proa um ataque fulminante de vários movimentos conservadores e de páginas das redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc…). Além disso, os ataques de sites de militância ativista, não perdoaram aos lacradores, fulminando-os por todos os lados possíveis, inclusive com respeito à questão dos patrocinadores dos mesmos. Vejam nas imagens abaixo!

Ao longo da tarde desta quarta-feira (04), os movimentos conservadores brasileiros nas redes sociais, que contam com mais de 2,7 milhões de seguidores apenas no Facebook, publicaram posts resgatando os tweets de Gagliasso e pedindo um posicionamento das marcas que têm o ator como garoto propaganda – como a multinacional de vestuário Olympikus, o banco Itaú, a também multinacional de veículos Renault e a operadora Nextel.

A retaliação

Depois dessa, a coisa descambou ladeira abaixo. Segundo o site Quem, o ator foi retirado da campanha pró-LGBTI pela Prefeitura do Rio de Janeiro, devido aos tweets preconceituosos do ator.

Nas palavras do website Sul Connection[1]:

“… o ator global Bruno Gagliasso, maior entusiasta da patrulha politicamente correta no Brasil – o primeiro a pedir boicote ao youtuber Júlio Cociello – agora está provando do próprio veneno.”

Cociello escreveu uma piada em seu Twitter e se viu no meio de uma polêmica gigante após ser acusado de racismo. Gagliasso exigiu que os patrocinadores do influencer se posicionassem e retirassem os devidos patrocínios.

Só que o ator não esperava que também encontrariam comentários preconceituosos em sua conta. Dessa vez, contra homossexuais. E os patrocinadores também estão o abandonando.

A Prefeitura do Rio de Janeiro enviou um comunicado à imprensa, em nome da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, afirmando que Bruno não participará mais da campanha contra a LGBTfobia.

Já no site do Quem foi afirmado o seguinte:

Bruno Gagliasso, que publicou posts polêmicos em sua conta do Twitter em 2009 relacionados à comunidade LGBTI, não participará da campanha da Prefeitura do Rio de Janeiro contra a LGBTfobia. Um comunicado foi enviado à imprensa em nome da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, dizendo que o ator participou apenas da campanha produzida na gestão anterior, durante o Rio Sem Preconceito, de 2015.

Em ambos os websites foi informado que a Prefeitura do Rio de Janeiro se posicionou através do seguinte comunicado, que ainda tinha o parecer do coordenador Municipal de Diversidade Sexual do Rio de Janeiro, Nélio Georgini:

A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS Rio), vem a público esclarecer que à campanha contra LGBTfobia que circula na internet, na qual o garoto-propaganda é a ator Bruno Gagliasso, foi produzida pela gestão anterior. O ator está sendo acusado de homofobia e lesbofobia  por mensagens postadas no Twitter. A campanha fez parte do show Rio Sem Preconceito, no ano de 2015, em que foram gastos quase 2 milhões de reais para promover a festa. A atual gestão da CEDS Rio descontinuou o show Rio Sem Preconceito para priorizar os trabalhos sociais de apoio aos vulneráveis e, aposta, em militantes e ativistas para trazer visibilidade para a causa LGBTI.

Nélio Georgini disse ainda:

Não me colocarei como juiz do ato do ator. Parece ser um cara do bem que errou e, muito menos, da gestão passada, mas só quero lembrar a população carioca que este evento de premiação Rio sem Preconceito custou quase 2 milhões de reais aos cofres públicos. Quanto ao resto, há pessoas mais competentes, como: ativistas e militantes.

A campanha em que Bruno Gagliasso participaria seria essa aqui:

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Em função das suas postagens, Bruno Gagliasso recebeu os seguintes posicionamentos de seus patrocinadores:

Por outro lado, os seguintes patrocinadores de Bruno Gagliasso, aparentemente ignoraram as críticas em peso dos internautas, independentemente das ameaças de retaliação e boicote às marcas: Nextel Brasil, Renault, Riachuelo e Cuecas Mash.

Por conta das suas postagens infelizes, Julio Cocielo foi penalizado, perdendo boa parte de seus patrocinadores como podemos ver nos exemplos abaixo:

A retratação

Tanto Bruno Gagliasso, quanto Julio Cocielo, depois das repercussões da polêmica gerada, postaram pedidos de desculpas em suas redes sociais, como forma de tentarem se retratar perante a opinião popular de seus seguidores e demais pessoas na internet e redes sociais, em função da exposição de ambos ao ridículo ocorrida de maneira jamais imaginada por ambos.  

A justificativa do Cocielo não foi o suficiente para a galera de internautas que resgataram dezenas de posts preconceituosos e racistas, feitos no passado pelo youtuber, e ele precisou fazer um comunicado maior. Confira o texto dele no Twitter, na íntegra, abaixo:

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No Twitter, Bruno Gagliasso se defendeu. Veja sua mensagem abaixo:

Só que para azar dele, Gagliasso acabou sendo desmascarado e desautorizado pela resposta da sua própria esposa militante lacradora.

O problema é que esse tweet foi pautado logo em seguida, horas depois na própria resposta da esposa à fã do ator. Veja ao lado:

Procurada pela reportagem de diversas mídias na internet, a assessoria de Bruno Gagliasso informou que ele não iria se manifestar mais acerca das acusações dos ativistas conservadores que lhes dirigiram as críticas.

Entenda o caso

Bruno e Giovanna Ewbank apoiaram uma campanha virtual pedindo boicote a Júlio Cocielo, na noite desta segunda-feira (2). O casal de atores se posicionou contra o influenciador digital – que tem mais de 11 milhões e 200 mil seguidores no Instagram (inveja deve mesmo ser uma coisa muito ruim, não é mesmo?) – após os comentários “preconceituosos” dele serem divulgados na web.

No Instagram, Bruno fez uma repostagem de texto escrito pela jornalista e militante antiracista Isabela Reis (Instagram.com@belareis). Leia ao lado:

Em função dessa tentativa descarada de faturar uma lacrada em cima de um youtuber independente, que não é ligado a nenhuma causa ideológica, e que apenas possui um canal de humor para adolescentes, mas por ser bem sucedido e ter um público considerável, virou instrumento de ódio para ser atacado pela turma da lacração, em sua interminável luta contra os agentes da “extrema-direita racista, fascista, nazista, misógina, homofóbica, etc“…

Comentando a respeito, o analista econômico e político Leandro Ruschel, se manifestou:

É no mínimo uma mistura de surto psicótico com delírios de grandeza ideológica maníaco-depressiva associado a uma paranóia esquizóide e síndrome de perseguição seletiva. Interna porque não tem mais solução esse caso!

Ver essa foto no Instagram

Você tem noção do que são 11 milhões e 200 mil pessoas? Eu ajudo. É a população inteira da Bélgica. É um milhão a mais do que a população de Portugal. São 143 Maracanãs lotados. São todas as pessoas que AINDA estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista. Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o seguem e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam. Apoiar uma pessoa racista é ser CONIVENTE, sim. Preconceito não se combate sozinho. VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO. A mensagem precisa ser clara e direta. Num mundo digital em que seguidor significa dinheiro e carreira, a gente precisa entender a importância do BOICOTE. Principal instrumento de revolução de Martin Luther King Jr, nos anos 60, nos Estados Unidos da segregação racial, durante o Movimento dos Direitos Civis. As marcas só chegam até essas pessoas porque elas têm audiência, visibilidade, constroem um público que interessa para as empresas atingir. A RESPONSABILIDADE é de todos. Precisamos, é claro, cobrar as marcas mas também precisamos chamar atenção dos outros famosos que seguem/dão like/fazem parceria com essas pessoas racistas, machistas, LGBTfóbicas e gordofóbicas. É obrigação de todos nós CONSTRANGER e vigiar nosso círculo social. Educação antirracista não é somente pra criança, racismo não tem idade. A hora de aprender e ensinar é AGORA. Vão lá no perfil (que eu me recuso a marcar aqui para não gerar ainda mais métrica para ele), vejam quem dos seus amigos e influenciadores favoritos seguem a pessoa e puxem a orelha de todo mundo. Na internet, seguidor é visibilidade e dinheiro. Não basta só cobrarmos as marcas, até porque daqui a pouco aparecem outras empresas com memória curta. A forma de colocar no ostracismo e minar a popularidade é fazendo quem que essas pessoas percam seu público, a grande propulsora do trabalho delas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Não é um caso isolado. Não foi o primeiro, não será o último. A gente precisa atuar com quem realmente movimenta essa máquina: a audiência. RACISMO É UM PROBLEMA DE TODOS NÓS.

Uma publicação compartilhada por Isabela Reis (@belareis) em

Conclusão

Para finalizar essa matéria, não podemos deixar por menos. Primeiro queremos colocar a opinião pessoal do editor, de que sempre iremos nos posicionar contra todo e qualquer posicionamento contrário a liberdade plena, absoluta, total e irrestrita de opinião. A frase “eu discordo do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo”, geralmente atribuída à Voltaire[2] talvez seja a melhor definição para a liberdade de expressão[3]. E liberdade de expressão para nós é tão essencial quanto o ar e a água para a sobrevivência da espécie humana.

Talvez por isso, nós tenhamos dado tanta ênfase a denunciar essa abominação midiática e publicar tudo que fosse decorrente da mesma aqui. Para dar a exata noção da chorumeira desse casal militante patrulheiro da extrema-mídia globalista, apresentamos abaixo uma playlist de vídeos com diferentes reações dos formadores de opinião, youtubers consagrados e de veículos de mídia tanto da direita tradicional e conservadoraa quem nós damos integral e completo apoio, quanto da esquerda militonta (pelo menos no aspecto de expressar livremente a sua opinião, seja ela qual for, afinal somos defensores da liberdade de expressão):

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Portanto, depois destas opiniões abalizadas, não precisamos falar mais nada, certo? O que importa de fato é ter uma postura correta: ou seja, procurar agir de acordo, não pisar na bola, não postar ou fazer besteira na internet, e quando fizer isso, assumir a responsabilidade e aguentar as consequências das suas falhas.

Agora agir de forma hipócrita e querer posar de bonzão nas redes sociais, na internet e achar que a própria rede global não vai cair dentro e não vai desmascarar o indivíduo, é ser no mínimo ingênuo. No máximo é ser um mau caráter assumido, o mais canalha possível, capaz de inverter fatos e depois posar de santo do pau oco, fazendo papel de vítima.

Por essas e por outras razões, que qualquer forma de vitimismo é oportunista, é mal intencionada, tem como objetivo único causar a polêmica, o divisionismo de minorias, de classes e de “castas“, de causar disputas e polarizações entre esses grupos e lucrar com a destruição mutuamente assegurada entre eles,  dos quais irão se aproveitar muito, principalmente daquilo que sobrar desse embate. E a quem mais interessa isso?

Evidentemente aos doutrinadores extremistas (especificamente: estamos falando da esquerda manipuladora, esquizofrênica, paranóica e delirante)! A eles interessa que nos aniquilemos reduzindo os espólios dessa disputa à eles, dos quais se beneficiarão…

Matérias relacionadas:

 Fontes: O Estadão e Quem

Notas da Matéria:

[1] O site Sul Connection (que supostamente era administrado por simpatizantes do MBL em Porto Alegre, e os municiavam com informações) foi retirado do ar por denúncia de “fake news” após as publicações sobre as polêmicas envolvendo ao Bruno Gagliasso e sua esposa, em relação à sua campanha de boicotes contra o Julio Cocielo.

Essa possivelmente é a razão assumida para os (supostos) “ataques realizados” contra as páginas do MBL no Facebook, e que foram feitos em seguida, (supostamente) por “ativistas virtuais de esquerda”, por meio de denúncias de “fake news” e “discurso de ódio”, em retaliação à postagem de memes realizadas pelos ativistas do MBL em seus perfis e páginas regionais, fazendo críticas ácidas contra o casal, em função da hipocrisia deles no caso Cocielo.

[2] No original: “I disapprove of what you say, but I will defend to the death your right to say it” (TALLENTYRE, 1906, p. 199). Frase notoriamente atribuída a Voltaire (François Marie Arouet), filósofo francês da época da Revolução Francesa, na realidade foi dita por Elizabeth Beatrice Hall, sob o pseudônimo de S. G. Tallentyre, na biografia intitulada The Friends of Voltaire, para expressar como pensava o referido filósofo.

[3] Nesta matéria, o termo liberdade de expressão é utilizado sempre em seu sentido amplo, englobando a liberdade de pensamento, a liberdade de opinião, a liberdade de manifestação artística, a liberdade de informação, a liberdade de imprensa, enfim, todas as formas de comunicação protegidas pela Constituição.

Mas cabe aos leitores, escolher quais os tipos de liberdade de expressão estão de acordo com a visão mais ampla e isenta dessa liberdade que podem abarcar, não significando necessariamente que essa visão esteja limitada por alguma forma de preconceito pessoal.

Se nesse caso haja alguma forma de crítica construtiva ou admoestação da parte de nossos leitores, deixamos claro que será dada às mesmas a devida atenção, advertindo a todos que atos de retaliações e de discursos de ódio motivados por divergências irreconciliáveis de opinião, não serão admitidas aqui e serão sumariamente deletados

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Roberto Carlos Teixeira
Autor: Roberto Carlos Teixeira

Escritor, autor, pesquisador, autodidata. Autor de vários sites de pesquisa, webmaster, profissional multifuncional da área tecnológica, um investigador da política e da gestão pública! Conservador, monarquista e genealogista por hobby. Um apaixonado por História Antiga e Origens dos Povos.

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