Extrema-imprensa internacional afirma que Bolsonaro é “perigo para brasileiros'”

A publicação do jornal diário britânico, destaca que presidente desdenha das restrições impostas e que acusa aos governadores de serem “exterminadores de empregos”. O mesmo texto ainda afirma em tom jocoso, ainda que inverídico sobre a suposta perda de apoio do presidente: “está se mostrando notavelmente bem-sucedido em se isolar”.

Matéria do jornal britânico "The Guardian" com artigo sobre Jair Bolsonaro

Em editorial publicado nesta terça-feira, o diário britânico sensacionalista de extrema-imprensa “The Guardian” critica a posição do presidente Jair Bolsonaro em meio à pandemia de COVID-19, fazendo proselitismo esquerdista e atacando Bolsonaro ao afirmar que o presidente é um “perigo para os brasileiros”.

No dicionário Aurélio, a palavra editorial é denominada como:

Adjetivo. 1. relativo a editor ou editor
Sinônimo Masculino. 2. Artigo de jornal que exprime a opinião do órgão, em geral, o redator-chefe.

Prestes a completar os seus 200 anos de fundação, o “The Guardian” é reconhecido (erroneamente ao nosso ver) como um dos jornais mais importantes do mundo. Com esse tipo de publicação, está mais para tabloide terceiro-mundista.

O texto diz em um trecho:

Sua resposta ao coronavírus atingiu novas profundezas. Muitos governos terão que responder por seus erros e complacência quando a pandemia terminar. O desempenho de Bolsonaro está em uma categoria única.

Logo no início do mesmo, o artigo ressalta que a maior parte do Brasil segue rigorosas quarentenas impostas por seus governadores e que o Ministério da Saúde faz apelos para que as pessoas permaneçam em suas casas, caso contrário o sistema de saúde pública poderá entrar em colapso já no final de abril. Na verdade isso tem causado profundos impactos na economia por todo o país, e empresas começaram a entrar em colapso pela restrição de atividades interligadas pela cadeia de abastecimento.

 

Mas o mesmo artigo enfatiza politicamente, que um homem apenas desdenha dessas restrições e passeia pelo mercado local, e que tem as suas postagens removidas das suas redes sociais particulares , em um ato de profundo desespero dos CEOs dessas redes sociais, de reconhecido alinhamento esquerdista, ao promover medicamentos não testados e atacar o distanciamento social, para a contrariedade dos maiores financiadores de pesquisas de medicamentos patenteados que teriam de concorrer em um mercado aberto contra um medicamento que tem se mostrado eficaz, é de custo baixo e não possui patente, com resultados comprovados em vários casos tratados.

Diz o jornal em seu ataque aberto ao Presidente Bolsonaro:

Um homem normalmente não pode causar tanto dano. Infelizmente, este homem é o presidente.

O texto lembra ainda que Bolsonaro chamou a COVID-19 de “gripezinha” e reclamou de suposta histeria da imprensa, além de dizer que “todo mundo vai morrer um dia”. E lembra que ele mesmo já foi testado após pessoas próximas a ele terem sido diagnosticadas com a doença, e pode ter representado um perigo físico para seus seguidores ao manter contato próximo durante seus passeios por Brasília no último final de semana.

O jornal menciona também seu desentendimento com governadores, ao quais acusou de serem “exterminadores de empregos” e afirma que isso seria uma estratégia para atribuir a culpa a terceiros quando a economia começar a afundar.

Em sua conclusão, o artigo afirma ainda que “alguns aliados” já começaram a romper com o presidente, e cita os governadores de Goiás e Santa Catarina e rumores de inquietação nas Forças Armadas.

O jornal encerra a matéria assim:

O senhor Bolsonaro pode não acreditar no distanciamento físico, mas está se mostrando notavelmente bem-sucedido em se isolar.

Imprensa internacional

Na segunda-feira, diversos veículos de imprensa de outros países já haviam criticado a postura de Jair Bolsonaro em relação à pandemia de coronavírus, inclusive condenando sua saída às ruas durante o final de semana, conforme podemos ver nos resumos abaixo.

Vários veículos da extrema-imprensa internacional esquerdista estão difamando e caluniando a postura do presidente Jair Bolsonaro frente à “pandemia de coronavírus”, pelo fato de defender a retomada de atividades econômicas e o fim do isolamento, contrariando as “recomendações” da Organização Mundial da Saúde e de “especialistas”. Confiram:

BBC (Reino Unido)

Matéria da BBC diz que Bolsonaro está "em negação"

A rede estatal britânica publicou reportagem neste domingo opinando sobre as atitudes do presidente Bolsonaro afirmando que estas dão a entender que ele não está levando a sério o perigo da pandemia. Mesmo depois do mesmo ter recomendado antes do Carnaval que se fizesse um bloqueio no país para a entrada de estrangeiros.

O texto afirma:

Enquanto o mundo tenta desesperadamente combater a pandemia de coronavírus, o presidente do Brasil está fazendo o possível para minimizá-la

A BBC destacou ainda:

Jair Bolsonaro tem relutado bastante para levá-la a sério. Indo contra o conselho de seu próprio Ministério da Saúde, no início de março, e enquanto aguardava os resultados de um segundo teste de coronavírus, ele deixou o auto-isolamento para participar de manifestações contra o Congresso.

The Economist (Reino Unido)

A “The Economist”, uma das revistas mais importantes do mundo (a mesma que “elogiou” o Brasil no “milagre do Lula”, e depois “esculachou” no fiasco da Dilma depois da Lava-Jato – na verdade, com esse tipo de publicação, eles estão mais para tabloide sensacionalista da área econômica, não passam de especuladores do mercado financeiro, igual a outros aqui no Brasil), chamou o presidente Jair Bolsonaro deBolsoNero – o último imperador romano (engraçado, pensávamos que o último imperador romano, tinha sido Flavio Rômulo Augusto), tido como um tirano extravagante que, para a população, iniciou um incêndio para construir um palácio 

O artigo da revista afirma que o COVID-19 (coronavírus, ou vírus chinês, como quiserem) ignora classes sociais no Brasil (Só no Brasil? Pensamos que fosse uma pandemia!), que são socialmente distantes, mas fisicamente próximas (e isso é um FATO!).

A revista afirma ainda:

Matéria da "The Economist" em que Jair Bolsonaro é chamado de BolsoNero

Um vetor pode ser o presidente populista, Jair Bolsonaro. No dia 15 de março, depois que seu secretário de Comunicações foi diagnosticado com o vírus, ele ignorou ordens de quarentena e tirou selfies com fãs. Quando o primeiro brasileiro morreu de COVID-19 no dia seguinte, ele denunciou uma histeria sobre o vírus.”

The New York Times (Estados Unidos)

Matéria da Reuters no "The New York Times" sobre política para a COVID-19 no Brasil

O jornal norte-americano reproduziu um texto da agência de notícias Reuters no qual afirma-se que as medidas econômicas de austeridade do governo Bolsonaro põem em risco a luta contra o coronavírus.

Está escrito que as medidas para mitigar a pandemia no Brasil são “muito cautelosas e limitadas”.

A matéria da Reuters reproduzida no The New York Times afirma ainda:

“A razão para isso é em grande parte política. O presidente Jair Bolsonaro, que assumiu em janeiro de 2019 com a promessa de uma mudança econômica, repetidamente culpou a ‘histeria’ da mídia por causar pânico em torno do que ele classifica de ‘uma gripezinha’. Ele chamou o fechamento do comércio em muitos dos estados de ‘um crime’.”

The Atlantic (Estados Unidos)

A revista online descreveu as frases do presidente Bolsonaro a respeito da pandemia, como a que o presidente descreve o vírus chinês como uma gripezinha e a declaração de que “brasileiro tem que ser estudado” porque “pula no esgoto ali, sai, mergulha, tá certo? E não acontece nada com ele”.

No título, a publicação classifica o presidente do Brasil como o líder do movimento de negacionistas do vírus.

A revista categoricamente afirma, atacando ao presidente e aos seus eleitores brasileiros:

O movimento de negacionistas do coronavírus agora tem um líder”.

Os autores da matéria ainda descreveram:

Matéria da 'The Atlantic' em que Bolsonaro é chamado de líder de movimento negacionista
O presidente Jair Bolsonaro atacou as autoridades locais que implementaram isolamentos severos, os acusando de destruir o país.

La Nación (Argentina)

Matéria do "La Nación" traz reportagem sobre os influenciadores de Bolsonaro perante a pandemia.

O diário argentino publicou reportagem tendenciosa sobre os assessores que estariam influenciando a postura de Bolsonaro. O texto se intitula O ‘gabinete do ódio’: o corpo de conselheiros de Bolsonaro na crise pela pandemia“. A reportagem descreve acintosamente, sem o menor tipo de isenção, em tom explícito de acusação:

Bolsonaro aprofundou a radicalização de seu discurso diante da crise do coronavírus, cada vez mais aconselhado pelo “gabinete do ódio”: um grupo de consultores ideologizados (assim chamados pela imprensa brasileira), com o selo e a presença de seu filho Carlos Bolsonaro

Der Spiegel (Alemanha)

site da revista alemã noticiou nesta segunda-feira o fato do presidente Bolsonaro ter duas postagens suas deletadas do seu perfil no Twitter, conforme a rede social, “violavam as regras” da mesma.

Assim disse a reportagem da Der Spiegel:

As mensagens excluídas pelo Twitter são dois vídeos que mostram como Bolsonaro pessoalmente desconsidera as recomendações de seu próprio Ministério da Saúde para combater a pandemia. O presidente pode ser visto andando pela capital Brasília no domingo, encontrando-se com apoiadores e instando-os a manter a economia funcionando.
Matéria da alemã "Der Spiegel" noticiou que Bolsonaro teve posts apagados do Twitter

Le Monde (França)

O "Le Monde" noticiou que Bolsonaro teve posts apagados do Twitter

O jornal francês publicou nesta segunda (30) que as publicações do presidente brasileiro, mostrando um encontro com pessoas nas ruas de Brasília são uma “contradição” ao que seu próprio governo prega para evitar a propagação da COVID-19.

Assim diz a publicação do Le Monde:

Menos de 24 horas antes, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, destacou a importância do confinamento no combate à pandemia de coronavírus, que já infectou 4.256 pessoas e deixou 136 mortos, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde.

La Reppublica (Itália)

O jornal italiano afirmou que Bolsonaro não desiste e que afirma que o vírus chinês causa apenas uma gripe, além de ter dito aos governadores de São Paulo e Rio de Janeiro que os mesmos devem reabrir tudo, mesmo com o avanço da pandemia.

Associated Press (Global)

Na agência de notícias Associated Press, um texto afirma que ele trata a pandemia de maneira desdenhosa, mesmo com o aumento de casos no país.

Nota do Editor

Essa matéria consiste da síntese de várias matérias de diversas mídias extremistas, com profundas conexões com ideologia de esquerda, sendo autores de boa parte das mesmas, profissionais do meio jornalístico brasileiros, correspondentes locais dessas mesmas mídias e alinhados notadamente com a mesma ideologia e, portanto, adversários políticos do atual regime, não possuindo a clareza e a isenção necessária para criticá-lo diretamente por não admitirem o amplo direito de resposta.

O dólar fechou em alta nesta terça-feira (31), chegando a ultrapassar R$ 5,20 na máxima da sessão, com os investidores avaliando o impacto de enormes esforços oficiais de estímulo contra o fechamento de quase total das cadeias de suprimentos globais devido à pandemia de coronavírus.

Em função disto, foi mantida apenas onde foi considerado necessário, as referências às matérias de origem, sendo que todas as matérias utilizadas serão disponibilizadas, se necessário para fins legais. Não serão mencionadas nominalmente aqui as fontes para efeito de checagem, sendo que à partir desta matéria, sempre que a redação e a editoria-chefe do Arauto Monarquista, considerar justo e dentro da legalidade, ela se absterá de publicar no corpo da matéria a sua origem.

Não serão admitidas quaisquer acusações de publicação de fake news sem provas consistentes, cabendo as sanções penais por acusações infundadas, calúnias, difamações contra autores ou libelos contra o veículo de mídia em si. As fontes locais originais das matérias acima não serão citadas pois as mesmas, em si, não são confiáveis, em função de sua postura anti-governo nitidamente assumida.

Estamos aqui apenas reportando os fatos, dando ao governo a chance que lhe é negada de apresentar o contraditório, expondo as nítidas ações persecutórias através da extrema-imprensa local e internacional associadas. Resguardamo-nos o direito de preservar a identificação das fontes originais da matéria principal.

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