Sambódromo do Rio de Janeiro acolhe sem-tetos

As instalações do Sambódromo, na Marquês de Sapucaí, RJ, podem virar abrigo para acolher aos moradores de rua durante a pandemia de COVID-19.

Moradores de rua esperam por distribuição de comida na Lapa - Foto: Roberto Moreyra / Agência O Globo

Outbreak Virus Brazil - Leo Correa © 2020 The Associated Press

A ordem é de ficar em casa. Mas para quem encontra nas ruas, o teto do dia-a-dia, dificilmente vão poder cumprir as orientações de segurança para combater a COVID-19.

Com muitos dos voluntários em confinamento para evitar o contágio, é cada vez mais difícil para quem mora na rua ter acesso a uma refeição. Nos últimos dias, as filas para tomarem pão e café aumentaram.

No Rio de Janeiro, um dos espaços mais icônicos da cidade foi reconvertido para acolher aos sem-teto. No sambódromo já dormem sessenta pessoas, com prioridade dada aos idosos, às grávidas e à mulheres com filhos. Em breve, as autoridades esperam chegar às 400 camas.

Em várias cidades do país, a ação é replicada em abrigos improvisados durante a pandemia.

No Brasil, não há números precisos sobre a quantidade de pessoas que moram na rua. Registos apontam para 134 mil sem-tetos, em 2019, mas muitos acreditam que os dados estão abaixo da realidade.

Fonte: EuroNews PT

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